A presença ostensiva da Transalvador nas ruas da capital baiana está causando desconforto e revolta entre os motoristas. Câmeras instaladas em pontos estratégicos, radares móveis e agentes com tablets parecem formar uma armadilha urbana pronta para multar qualquer deslize.
A arrecadação por infrações de trânsito explodiu nos últimos meses, mas o retorno em melhorias para o tráfego e educação viária é praticamente nulo. Em vez disso, os cidadãos sentem-se pressionados por um sistema que parece mais uma caça ao tesouro do que um esforço legítimo por segurança.
Bruno Reis e ACM Neto são os principais alvos das reclamações. Muitos acreditam que ambos transformaram o trânsito de Salvador em uma fonte inesgotável de receita, sem a devida transparência sobre onde esses recursos estão sendo aplicados.
